Resposta direta: para escolher uma agência de marketing, avalie nove pontos — cases comprováveis no seu tipo de negócio, metas numéricas em contrato, transparência total dos dados, equipe que vai te atender, método de trabalho, integração com vendas, modelo de contrato, química no diagnóstico e sinais de alerta nas promessas. Abaixo, o detalhe de cada um. 1. Cases comprováveis — no seu tipo de desafio Não pergunte "vocês têm cases?"; pergunte "qual resultado vocês geraram para um negócio parecido com o meu?" . Peça números: crescimento de leads, custo por aquisição, receita influenciada. Agência séria mostra portfólio com desafio, solução e resultado — como fazemos no nosso portfólio . 2. Metas numéricas em contrato "Aumentar sua presença digital" não é meta, é slogan. Exija indicadores acordados por escrito: leads/mês, CPA máximo, posições no Google, receita atribuída. Quem se recusa a assinar meta está vendendo esforço, não resultado. 3. Transparência: os dados são seus Contas de anúncio, Google Analytics e Tag Manager devem ficar na propriedade da SUA empresa, com acesso irrestrito. Agência que segura senha e mostra só relatório bonito é sinal vermelho — inclusive porque impede você de auditar o que foi feito. 4. Quem vai realmente te atender O time sênior da reunião comercial nem sempre é o time da operação. Pergunte quem gerencia sua conta no dia a dia, quantos clientes essa pessoa atende e qual a rotina de contato. Um gestor com 30 contas não consegue pensar no seu negócio. 5. Método, não achismo Peça para a agência descrever o processo dos primeiros 90 dias. Resposta boa tem diagnóstico, priorização por dados e um plano com entregas datadas. Resposta ruim começa com "a gente posta e vai ajustando". Nosso processo, por exemplo, começa sempre por diagnóstico antes de qualquer peça publicada. 6. Integração com vendas Lead que não vira contrato é custo. As melhores agências acompanham o funil até o fechamento: CRM integrado, qualificação de leads e feedback do comercial alimentando as campanhas. É a diferença entre agência de marketing e assessoria comprometida com receita . 7. Modelo de contrato honesto Fidelidade de 12 meses com multa pesada protege a agência, não você. Prefira contratos com ciclo de avaliação trimestral e saída negociável — quem entrega resultado não precisa prender cliente. Também compare o custo com a alternativa interna: um departamento próprio mínimo custa R$ 15.000+/mês; veja a conta completa em quanto investir em marketing . 8. Química e franqueza no diagnóstico Na primeira conversa, note se a agência só concorda com você ou se aponta problemas que você não queria ouvir. Quem discorda com fundamento no comercial vai te defender com fundamento na operação. 9. Sinais de alerta imediatos "Resultado garantido" ou "primeira página do Google garantida" — ninguém controla o algoritmo; Preço muito abaixo do mercado — alguém está pagando essa conta: geralmente a qualidade; Relatórios só de curtidas e impressões — métricas de vaidade não pagam boleto; Mesma proposta genérica para qualquer cliente — se o plano chegou antes do diagnóstico, é template. O peso do fator local Para negócios com operação regional, uma agência que conhece seu mercado encurta o caminho: comportamento do consumidor, mídia local e rede de fornecedores. Se sua empresa está no DF, veja por que somos referência como agência de marketing em Brasília desde 2009 — mais de 1.000 empresas atendidas, do comércio local a operações nacionais.